the-king-eternal-monarch

[PRIMEIRAS IMPRESSÕES] The King: Eternal Monarch

Um dos momentos mais esperados por dorameiros de todo o mundo finalmente chegou: o retorno de Lee Min-ho! Depois de cumprir o seu serviço militar e ser liberado no ano passado, o ator voltou às telas como The King: Eternal Monarch. Escrito por Kim Eun-sook – a mente por trás de Mr. Sunshine, Goblin, Descendents of the Sun e The Heirs -, transmitido na Coreia pela SBS e distribuído para o mundo pela Netflix, o drama chegou cheio de expectativas e garantiu uma audiência incrível para a sua primeira de exibição: 12.9 pontos na região metropolitana de Seul. 

Mas The King: Eternal Monarch é isso tudo mesmo? Vale toda a expectativa? O que esperar para os próximos episódios?

Continue a leitura que a gente te conta 

Um imperador, duas realidades paralelas 

 

O drama começa em 1995 com a morte do Rei Yi-ho (Kwon Yool), assassinado pelo próprio irmão, Yi-rim (Lee Jung-jin), a partir de uma grande conspiração. O filho do rei, o jovem Yi-gon (Jung Hyun-joon) assiste ao massacre, é atingido pelo tio e consegue sobreviver graças a um misterioso salvador que deixa para trás um crachá, a única pista sobre essa pessoa. Porém, no meio da tragédia existe uma peça fundamental: uma flauta capaz de abrir a porta entre duas realidades paralelas: o Reino da Coreia e a República da Coreia. Ela é quebrada ao meio, ficando uma parte com Yi-rim e outra com o jovem príncipe. Enquanto o tio golpista desaparece, Yi-gon assume o trono. 

the-king-eternal-monarch
Imagem: Divulgação SBS/Netflix

25 anos depois encontramos o príncipe, agora rei Yi-gon (Min-ho) como o líder máximo da Coreia. Amado por seus súditos, ele tenta fugir ao máximo das suas obrigações como monarca e não pretende – por exemplo – se casar tão cedo, apesar dos esforços de todo o seu staff. Yi-gon gosta mesmo é de praticar esportes, passear com o seu cavalo Maximus, ler para crianças, participar de outras atividades e tem um meta clara para a vida: encontrar quem o salvou no dia do assassinato de seu pai. Sempre ao seu lado está o líder da guarda, Jo Young (Woo Do-hwan). Responsável pela segurança do rei, Jo-young é também o único amigo do rei. E assim Yi-gon vai levando a sua vida, entre as responsabilidades da nação e a vontade de viver uma vida longe dos deveres. 

Encontro na Seul republicana

 

the-king-eternal-monarch
Imagem: Divulgação SBS/Netflix

Até que um dia, durante uma competição de remo, o rei vê uma pessoa vestida com uma blusa que lembra um coelho e, assim como a Alice em “Alice no País das Maravilhas”, decide segui-lo. Apesar de não conseguir alcançá-lo, Yi-gon não tira aquela visão da cabeça e acredita que o tal coelho possa levá-lo à resolução do mistério de quem o salvou.

Então tudo muda. Durante uma de suas escapadas, Yi-gon passa por um portal e surge na Seul republicana, de cavalo branco e tudo. Quem assiste a tudo nem um pouco impressionada é Jung Tae-eul (Kim Go-eun), Inspetora e Tenente da Polícia de Seul. Porém, o rei fica sem acreditar no que vê: ela tem o mesmo nome e o mesmo rosto daquele crachá deixado para trás no Reino da Coreia em 1995. 

 

Afinal: o que esperar de The King: Eternal Monarch?

 

Primeiro preciso dizer que a premissa do drama é bem interessante. Gosto bastante dessa ideia de realidades paralelas. As versões de cada pessoa da vida do rei na República da Coreia são maravilhosas. O destaque vai para Jo Young, que agora é Jo Eun Sup e é hilário. Sobre o drama em si, a fotografia é deslumbrante. As imagens do palácio real de Busan (que existe de verdade) e de Seul durante a noite são lindas. Lee Min-ho voltou do exército ainda mais bonito (o que eles colocam na água das forças armadas sul-coreana?) e o papel de rei caiu muito bem a ele. 

the-king-eternal-monarch
Imagem: Divulgação SBS/Netflix

Porém, os dois primeiros episódios não me empolgaram tanto quanto eu gostaria. Acho que as expectativas foram colocadas lá em cima e a entrega não foi lá isso tudo. Mas ainda é muito cedo para dar vereditos e precisamos esperar pelos próximos episódios, né? E principalmente pelo desenvolvimento de toda a história. Há muitos mistérios para se resolver, encontros para acontecer e um romance para deixar todo mundo suspirando. 

Porém, se você quer ver um drama cheio de gente bonita, tiradas divertidas e celebrar a volta do Lee Min-ho pode correr para a Netflix e dar aquele play cheio de vontade! 

⇨ Onde assistir

Netflix 

⇨ Avaliação dos primeiros episódios

 

 

 

Você já começou a acompanhar The King: Eternal Monarch? O que tem achado? Diferente da gente, você já tá apaixonado pela história? Conta para a gente nos comentários!

Ah, se a quarentena tá cheia de tédio, aproveite e confira a nossa lista de 7 k-dramas para ver na Netflix e caia na maratona.

Fique ligado aqui no PQDM que logo logo vamos trazer mais listas e reviews! E não esquece de seguir a gente no Facebook e também no Instagram, tá bom?!

Beijos e até a próxima.

Deixe o seu comentário

About the author

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *